Até quando o brasileiro continuará pagando conta da irresponsabilidade do atual desgoverno?
Enquanto Lula e sua equipe esbanjam privilégios e mordomias, o cidadão vê a vida ficando mais cara e o seu dinheiro perdendo valor. O dólar alto é uma dessas consequências ruins.
Mas existe um outro lado da moeda. Na contramão, o governador Romeu Zema lidera pelo exemplo, fazendo de Minas Gerais um estado melhor com gestão de verdade.
Infelizmente, lula e o PT estão levando o país às ruínas, mais uma vez. É o triste resultado do que é a esquerda no poder novamente.
O plenário da Câmara Municipal de BH rejeitou o Projeto de Lei 161/2021 que previa a ampliação de utilização de crédito tributário a pessoa física ou jurídica tomadora de serviço por nota fiscal eletrônica, sobre a qual incida o ISSNQ.
Atualmente já se pode abater o valor do IPTU em Belo Horizonte através de créditos tributários no programa “BH Nota 10” e o projeto em questão queria expandir para a possibilidade de devolução destes créditos através de depósitos em conta bancária, caso assim desejasse o cidadão.
Votei sim ao projeto, mas não conseguimos o número de votos necessários para sua aprovação.
A base da prefeitura aqui na Câmara, a pedido do líder de governo, votou contra o projeto e quem saiu perdendo foi o cidadão.
O setor imobiliário é um dos pontos fortes da nossa economia
e mostrando o quão importante é esta atividade para o desenvolvimento econômico
da nossa cidade, foi ele que segurou a arrecadação em Belo Horizonte no ano de
2020.
Este foi o assunto tratado pelo Vereador Braulio Lara na
reunião plenária desta terça-feira, 6 de abril, na Câmara Municipal de Belo
Horizonte.
Segundo o parlamentar, que teve acesso ao relatório da
prefeitura do ano de 2020 no que diz respeito ao Imposto sobre Transmissão de
Bens Imóveis (ITBI), a arrecadação da cidade só não caiu devido às transações
imobiliárias. “Elas aumentaram em relação a 2019 e conseguiu segurar as
receitas do município”, disse.
Braulio Lara também levantou a questão da diferença de valores
em que os imóveis são negociados em relação ao valor venal que vem escrito na
guia do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). “Quando as pessoas vão fazer
a transmissão do bem ficam surpresas com as diferenças dos valores e com as
bases de cálculos. Quem atua no dia a dia da profissão sabe que isso é
recorrente. Nós vereadores temos que estudar e trabalhar para criar uma lógica
que seja factível para o munícipe e que o imposto cobrado seja justo”, finalizou.